01out 2014

30 dias de Faxina Criativa

Postado por às em Desafios

O 30 dias de faxina criativa é um desafio proposto pela Loma do blog Sernaiotto, onde ela nos apresenta 30 tarefas para serem executadas no decorrer de 30 dias. A ideia é finalizar uma tarefa por dia.

Dentre as tarefas, temos: Avalie sua situação e crie metas, limpe e organize seu e-mail, delete apps ou programas inúteis, doe roupas e acessórios que não usa, limpe bolsas, mochilas e pastas, estipule metas para daqui um ano, etc.

Faxina-30-diasResolvi aproveitar e começar este mês, pois a obra da minha casa está acabando e nada como um incentivo para destralhar e ajudar na organização até mesmo virtual. Chega de procrastinar!

Dei essa passadinha por aqui somente para apresentar este projeto super bacana para vocês e avisar que farei um post ao fim de cada 7 dias para mostrar o meu desempenho.

Faxina Criativa

Espero que gostem e, quem estava precisando de um empurrãozinho, aí está. Aproveitem e façam também.

A Loma preparou uma checklist que vocês podem conferir e imprimir aqui. E para conferir o post dela sobre o desafio, segue o link.

Um beijo pra todo mundo e até mais!

16set 2014

TAG: TLT

Postado por às em Tags

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Olá, pessoas!

Hoje vou responder a uma TAG que foi criada pela Tatiana Feltrin e que eu achei super bacana. A TAG TLT tem o nome do blog dela, Tiny Little Things. Quem quiser conhecer é só clicar no link.

1 – Um livro que nunca vou ler
A saga Academia de Vampiros e Laços de Sangue. Não consigo entender o que a maioria vê de tão bom. Juro que até tentei, mas Richelle Mead não é para mim.

2 – Nunca imaginei que fosse gostar
Dom Casmurro – Machado de Assis. Confesso que cheguei a ficar um pouco fissurada com a história quando li, mas hoje juro sou uma pessoa normal. rs

3 – Nunca imaginei que não fosse gostar
Guia do Mochileiro das Galáxias. Ok, me julguem.
O Teorema de Katherine. John Green me decepcionou. Que livro chato!

4 – Troco por uma bala
Cinquenta Tons de Cinza e nem preciso de bala.

5 – Não troco por nada
A Paixão Segundo G.H. da Clarice Lispector e Um Dia do David Nicholls. Esses livros me entendem, simples assim.

6 – Jura que é bom?
Ulysses de James Joyce. Tati falou, Tati costuma ter razão, mas, assim, sério que é bom?

7 – Jura que é tão ruim assim?
Emma da Jane Austen. Como pode ser tão ruim um livro dela? Eu vou ler mesmo assim, só pra conferir.

Quem gostou e quiser fazer, sinta-se tagueado!

Um beijo pra vocês e uma ótima semana!

Vídeo da TAG

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12set 2014

Quando uma protagonista te decepciona: O Duque e Eu

Postado por às em Impressões Literárias

O-Duque-e-Eu

Daphne pertence a grande família Bridgerton, tem sete irmãos e é, dentre as irmãs, a mais velha. Devido a isso, é a que mais sofre pressão para casar. Eis o início do problema: os homens não a vêem como mulher e sim como amiga, talvez por causa dos irmãos, como ela mesma diz. E os poucos que se atraem por ela não são muito bacanas, digamos assim.

Até que aparece Simon, atual Duque de Hastings, com uma triste história de relacionamento com o pai, com aversão a casamento e melhor amigo de seu irmão, Anthony. Ele entra na história nos comovendo com sua infância e nos apaixonando com seu jeito.

Eles se conhecem de maneira inusitada e muito engraçada, com Daphne tentando se livrar de um de seus pretendentes. Ela é o tipo de mulher determinada e independente. Não leva desaforo pra casa, não é fresca e se tiver que dar um soco em alguém, está tudo certo. O encontro deles é incrível, engraçado e rola uma química que Simon faz logo questão de tentar tirar da cabeça quando descobre que ela é irmã de seu melhor amigo.

Neste momento, logo no início do livro, me apaixonei e torci por eles. Admirei Daphne e torci para que o Duque mudasse de ideia e resolvesse se casar. Até eu me encantei com Daphne, por que ele não se encantaria também?

Após se livrarem do chato pretendente de Daphne e serem devidamente apresentados, Simon, cansado de estar sendo assediado por mães que desejam empurrar suas filhas para ele, tem o seguinte pensamento: se ele não quer se casar e pretende se livrar dessas mães loucas e Daphne precisa que os homens a vejam de forma diferente, por que ele não finge cortejá-la? Afinal, um Duque “apaixonado” por ela certamente faria com que outros se interessassem também e ele, por sua vez, seria poupado das mães e filhas indesejadas.

Simon faz a proposta a Daphne que, sem muitas alternativas ou esperanças quanto a seu futuro marido, aceita. O que eles não contavam é que poderiam se apaixonar. Eu mesma já estava apaixonada. E olha que era somente o início do livro.

“Dizer que homens podem ser teimosos como mulas seria um insulto às mulas.”

A partir daqui contém spoilers.

Estava tudo indo muito bem, de forma leve e engraçada Julia Quinn prendia a minha atenção com prazer até que… beijo, peitos, Anthony, socos e juras de morte. Sim, eu disse peitos. Quem leu há de concordar comigo que isso foi totalmente sem noção. O beijo, uma mão aqui e outra ali seria aceitável, mas peitos expostos para quem quisesse ver? Foi demais para mim.

Depois a história se desenrola de maneira interessante e curiosa, me prendendo a leitura até que Daphne me decepciona num primeiro momento ao implorar para que o Duque se casasse com ela, mesmo ele revelando que não podia ter filhos, o que era um sonho para Daphne. Mas tudo bem, se ela não fizesse isso ele morreria, então engoli e segui em frente.

Aqui, então, chegamos ao momento decepção total.
Daphne descobre o motivo de Simon não “poder” ter filhos e se aproveita da situação quando ele está bêbado e sonolento para realizar o sonho dela. Foi egoísta e sem noção. Me decepcionou muito. Gostava tanto da personagem e ela acabou por perder toda credibilidade comigo. Se fosse ao contrário, se Simon se aproveitasse dela bêbada e praticamente dormindo, todos julgariam e ele seria o pior de todos os personagens já existentes, mas como foi ela…
Inaceitável para mim!

Gostei da história, me prendeu do início ao fim, mas alguns pontos não me agradaram. Certas vezes Daphne era esperta demais e parecia saber de tudo, em outras ela não sabia nem como era feito um bebê.

Pequenas coisas que notamos descaradamente no livro, mas nada supera a decepção que me foi causada pela protagonista. Achei inaceitável sua atitude. E a minha pergunta é: O que estava passando na cabeça da autora ao escrever isso?

Recomendo a leitura e pretendo ler os demais livros da série, mas preparem-se para se indignar e não digam que não avisei.

Um beijo pra vocês e um excelente final de semana!

01set 2014

Como eu NÃO conheci a Cassandra Clare

Postado por às em Devaneios

 Cassandra Clare na bienal

Estou tão indignada com este fato que fiz um post.

A autora das minhas amadas séries As Peças Infernais e Os Instrumentos Mortais, responsável por três das minhas paixonites literárias (Will, Jace, Jem), aquela que me fez acreditar que todo beijo deveria ter gosto de maçã, que criou personagem perfeitos, apesar de todas as suas imperfeições, inseguranças e medos. Aquela que me fez cair no papinho de três moleques adolescentes e me apaixonar pelos mesmos. Aquela que deixou bem claro que caçadores de sombras ficam mais elegantes de preto que as viúvas de nossos inimigos desde 1234. E, para finalizar, aquela que destruiu meu coração em Princesa Mecânica.

Cassandra Clare mostrou em seus livros a importância da família, seja ela de sangue ou não, a importância dos amigos e, principalmente, que o amor move mundos. Isso ela mostrou muito bem, diga-se de passagem.

Não tive como ir a bienal de São Paulo e até dei graças por isso devido a confusão que ocorreu no sábado para a sessão de autógrafos, conforme vi nas redes sociais. Já no domingo, as coisas foram mais organizadas e tranquilas. Mas São Paulo, né? Pois é, não dava.

Depois chegou a vez do Rio de Janeiro, o que era para ser só alegria, mas segunda, né? Dia de semana para mim tem outro nome e este chama-se trabalho, portanto, esta foi a maneira como eu NÃO conheci a Cassandra Clare.

Estou indignada. Meus livros estão tristes.
Livros ficam tristes?
Pois bem, os meus estão.